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Technology broker: competência para transferência tecnológica
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11 de Março de 2009
Com a estruturação da Inventta, a plataforma de serviços open innovation do Instituto Inovação, consolidou-se a carreira de technology broker na empresa. O tech broker é um profissional que desenvolveu networking e conhecimento em um negócio – energia, biotecnologia, nanotecnologia, alimentos, mecânico - e, portanto, está apto a operar com mais eficiência um processo de transferência de tecnologia.
Para as empresas demandantes, o tech broker é sinônimo de reserva e confidencialidade; a certeza de escolher as melhores ferramentas de internalização; e a oportunidade de encontrar os contatos mais sinérgicos
A rede de contatos dos tech brokers, um bom briefing tecnológico, e competências especializadas são ingredientes que compõem uma transferência tecnológica bem sucedida. O networking dá capilaridade ao mapeamento, gerando mapas tecnológicos consistentes e garantindo a cobertura das melhores opções de tecnologias. As competências especializadas possibilitam a proteção do conhecimento, e um processo de transferência eficiente - seja em tempo, recurso ou qualidade. O briefing tecnológico, construído com as empresas demandantes de tecnologias, direcionam o processo para um resultado que gera impacto dentro da empresa.
Para os desenvolvedores de tecnologia - sejam eles empresas ou centros de pesquisa - o tech broker garante a proteção dos ativos intelectuais, e agilidade na estruturação da pesquisa para a comercialização
A visão do broker, aliada a uma boa gestão de ativos intelectuais, abre oportunidade para transferências tecnológicas. Por ser um ativo valioso - ainda que muitas vezes intangível - as tecnologias e as pesquisas desenvolvidas que têm potencial de comercialização precisam de proteção intelectual. Essa proteção pode ganhar muitas formas e ferramentas, dependendo do contexto, e o tech broker possui competências para garantir a melhor proteção no processo. A visão do broker acelera a busca pró-ativa por parceiros interessados.
A gestão dos ativos intelectuais - feita pela Inventta em conjunto com a empresa ou centro de pesquisa - é uma prática que dá início à visão de "P&D como fonte de receita". Isso tem dois significados fortes:
- o primeiro, é que organizações que desenvolvem pesquisas podem obter receitas licenciando patentes que elas próprias não utilizam; ou gerando spin offs para atuar em novos mercados;
- e o segundo é que, conhecendo o potencial das suas pesquisas, esses detentores de tecnologias podem deixar de ter gastos com ativos sem potencial algum.
Os processos que envolvem a transferência de uma tecnologia para o mercado precisam atender às expectativas: (1) das empresas demandantes, que desejam aproveitar o timing do investimento, além de ter garantia de confidencialidade e discrição; (2) dos desenvolvedores de tecnologia, que desejam estruturar a pesquisa para a comercialização, sem abrir mão dos seus direitos de propriedade intelectual. O tech broker traz as competências para efetivar o processo de transferência, dentro desse contexto.
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